blood sugar sex magik Archive

quinta-feira

11

abril 2013

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1h15 de John Frusciante solo em “BSSM”

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Todas as guitarras do John Frusciante em “Blood Sugar Sex Magik”, do Red Hot Chilli Peppers, soladas e na sequência.

http://youtu.be/V_Y5dWRicWM

segunda-feira

15

outubro 2012

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O Red Hot Chilli Peppers de “Breaking The Girl”

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John Frusciante gravando “Breaking The Girls”

Melhor música do seu melhor disco, “Breaking The Girl” é o auge do auge do Red Hot Chilli Peppers.

O violão de 12 cordas, as flautas via Mellotron, a percussão feita com lixo, as repetidas viradas da bateria, infinitos novos caminhos eram apontados para além do funk-rock-punk que consagrou a banda justamente em “Blood Sugar Sex Magik”.

Era o RHCP sendo tudo que podia ser em uma só música. E como é triste ver, mesmo que outros bons discos tenham vindo, que decidiram não ser nada disso e transformar-se em pastiche de si mesmo. Não a toa o gênio Frusciante sempre teve tanta crise com a banda.

Tradução dessa estranheza, a psicodelia retrô do clipe ia contra tudo que se via em 1992, quando a MTV atravessava seu grande momento no Brasil, apresentando bandas e estéticas como se fosse um gigantesco blogue de alcance nacional (muito por conta da escassez de informação da época, é verdade). A bizarrice psicodélica só acentuava toda as experimentações do que poderia ter sido apenas mais uma balada melosa como “Under The Bridge”.

Muito se fala do show do Nirvana no Hollywood Rock de 1993 (perdi por conta do aniversário do meu melhor amigo – não me arrependo), cuja aura foi potencializada muito mais pela morte de Kurt pouco mais de um ano adiante do que por sua qualidade técnica – o show tornou-se antológico exatamente em sua tosquidão/atitude.

O show daquele festival foi o do RHCP, uma sorte tremenda poder ter visto a banda na turnê desse discaço, quando não apenas as músicas do “BloodSugarSexMagik”, mas também as de “The Uplift Mofo Party Plan” e “Mother’s Milk” eram parte regular do repertório.


O show de 1993 completo

Aos 15 anos, completos dias antes, foi o primeiro show que fui sozinho, saindo de casa de ônibus, sendo assaltado nos arredores da Praça da Apoteose, salvando meu ingresso e assistindo minha banda favorita na época. Noite mágica, com direito a versões de Parliament Funkadelic, George Clinton, Jimi Hendrix, ZZ Top, Neil Young.

Não tocou “Breaking The Girls”, o que só cativou seu lugar como música especial, estranha, um destaque escondido e (por isso?) especial.

* Postado originalmente na página do URBe no FB, durante uma dessas audições aleatórias da madrugada (primeira vez que, invertendo a mão, um texto escrito lá vem pra cá)

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