segunda-feira

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julho 2013

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Lançamento: Trio Eterno, "Suite Pistache"

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Gravado entre 2011 e 2012 e produzido por Arthur Joly, o Trio Eterno é um projeto do Felipe S (Mombojó), André Édipo (Bonsucesso Samba Clube) e Missionário José.

O disco de estreia, “Suite Pistache”, é caprichado em participações especiais: Dengue (Nação Zumbi), Júlio Epifany (Stella Viva), Vicente Machado, Marcelo Machado e Chiquinho (Mombojó), Domenico Lancelloti, Alberto Continentino e Renato da Mata.

Prensado exclusivamente em vinil, é vendido principalmente nos raros shows do grupo – o próximo é o de lançamento do disco, dia 5 de agosto, no Solar de Botafogo.

Como tem acontecido cada vez mais – já passaram por aqui Do Amor, Opala, Gabriel Muzak, Mahmundi, Maga Bo, Lucas Santtana – a estreia digital está feito oficialmente aqui no URBe.

Felipe S apresenta a bolacha:

As primeiras músicas que compus pro “Suíte Pistache” foram feitas por encomenda para uma palestra que meu pai ia fazer em Recife sobre sua mais recente série de trabalhos intitulada… “Suíte Pistache”. Estávamos dois anos sem nosver, ele há quatro anos sem vir para o Brasil, e nesse clima de saudade nasceu a composição que dá nome ao disco

Até então não tinha a idéia de fazer mais uma banda, mas surgiu um convite de Arthur Joly, dono do selo paulista Reco-Head, para gravar algo inédito e autoral nas horas vagas do estúdio. Decidi convidar André Edipo para juntos fazermos esse disco sob a alcunha de Trio Eterno.

Em 2011 começamos a gravar. Com ajuda de Julio Epifany (bateria) e Dengue (baixo), ambos amigos pernambucanos que moravam em São Paulo, das primeiras sessões surgiram: “Saí Descalço”, “Zarautz” e “Ruptura” Todas essas músicas foram gravadas sem ensaios e com pouco tempo para captação, funcionaram como uma re-organização de um improviso.

“Saí Descalço” foi a primeira música que divulgamos como um single, em 2011. É uma parceria minha com Cristiano Lenhardt, artista gaúcho residente em Recife. Isso nós rendeu a participação no festival Coquetel Molotov (PE) do mesmo ano, nossa estréia em palcos.

Após o convite para esse show, convidamos Zé Guilherme (baixo) e Vicente Machado (bateria) para ensaiar. Desses ensaios surgiram outras músicas, em outro formato de criação. Passamos meses ensaiando e compusemos cinco músicas para o disco: “Pra Começar”, “A Mulher”, “Cachorro Sem Alma”, “Macumba” e “Canudo”.

Essa última música é parceria com Domenico Lancelloti que, além de compositor, também tocou a música que abre o disco “Suíte Pistache”, junto com um amigo com quem tem muito entrosamento, o baixisita Alberto Continentino. Essa música foi gravada no rio de janeiro no estúdio da Audio Rebel por Renato Godoy. Foi um registro de um improviso sem edições na pós-produção.

A idéia de fazer o primeiro show de lançamento no Rio surgiu porque a música que abre o disco foi gravada na cidade com músicos cariocas.

“Coisificando” foi a ultima música composta, talvez aponte um pouco para oque a banda pode ser no futuro. Eu e André gravamos todos os instrumentos numa tentativa de fazer uma homenagem a Moacir Santos.

Logo após a realização do disco decidimos chamar um terceiro membro para banda, Zé Guilherme ou Missionário José. Ele tem muita indentificação conosco e muitas similaridades. Nós três moramos no bairro de Jardim Atlântico, região de Olinda sem nenhum glamour . Não nós conhecemos nessa época, só depois, através da música. Hoje em dia André se mudou para Madrid e continua na banda, mas nem sempre poderá fazer os shows conosco.

Como tocamos em vários outros projetos, o Trio Eterno não terá muito tempo para shows. Queremos aproveitar o Trio Eterno para produzir coisas novas. Estamos criando uma rotina de criação a distância e pretendemos lançar trabalhos novos anualmente

Ouça o disco abaixo:

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  1. Livio

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