segunda-feira

24

outubro 2011

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As fotos do Khadaffi (Gadaffi, Qaddafi, Ghadafi, Kadafi… como ficou afinal?)

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Imagem do News Museum

 

As fotos do Khadaffi morto estamparam boa parte das capas de jornais pelo mundo. Até bem pouco tempo, publicar fotos desse teor era uma prática rara no jornalismo. Mudou. E como.

O artigo de Tom Heneghan (traduzido e republicado pelo Globo) fala da participação da rede nessa mudança de comportamento das redações:

“No passado, mostrar imagens de uma pessoa nos estertores da morte era um tabu nas redações de jornais, mas agora até mesmo essa reserva vem cedendo diante da pressão da divulgação instantânea na Internet e, graças às imagens feitas por celulares, a disponibilidade crescente de imagens noticiosas fortes.”

E o Guardian questiona justamente o fato das redações terem se dobrado:

(…) the risk is the development of a culture of death porn. For me, as a simple moral position, Gaddafi merits as much privacy in his final extremities as did his victims in the Lockerbie bombing: a germane example from the past of a time when the media by common consent suppressed horrific images in the cause of taste and privacy.”

Sem falar na velocidade e necessidade da confirmação desse tipo de informação por fontes oficiais, sem teatros, já que cada vez circulam de maneira mais imediata.

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  1. Guilherme
  2. Bruno

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