toca-discos Archive

quinta-feira

23

novembro 2017

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terça-feira

21

novembro 2017

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Coruja BC1, “Passando a Limpo” e os samples de imagem

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A julgar pelos clipes de “Não Espero Mais”, d’O Terno (bem parecido com o “Drifted”, do The Shoes”) e esse do Coruja BC1, os diretores e artistas andam pouco preocupados com as questões de direito autoral.

Os três clipes utilizam imagens de filmes e outros materiais com direitos reservados, sem cerimônia. O do Coruja, forçando a barra, poderia se enquadrar nos termos de fair use, por utilizar imagens de fatos citados na letra (embora a letra possivelmente não seja encarada como um material documental).

Seja como for, o uso deve ser mesmo livre e esse processo de distribuição de direitos automatizado, via blockchain, por exemplo (entenda o que é blockchain), quando couber divisão de receita. O mais importante é o processo criativo e de novas obras ser livre.

Em todo caso, não deve demorar para o YouTube travar vídeos que utilizem conteúdo em imagem protegido por direitos autorais da mesma forma que já faz com os de áudio, tirando-os do ar imediatamente.

Falando em Coruja, saiu o disco de estreia, apadrinhado por Emicida e seu Laboratório Fantasma (de quem ele parece emular tudo, do discurso ao flow) que diz: “Ele tem, hoje, a mesma febre que eu tinha há uns dez anos”.

sexta-feira

17

novembro 2017

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Mari Romano, “Romance Modelo

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Mari Romano é uma artista nova do Rio, mais conhecida como integrante da banda feminista Xanaxou. “Romance Modelo” é seu primeiro disco solo, ecoando sons setentistas brasileiros, música latina (ela morou em Buenos Aires e canta em castelhano no disco), Mari se define como uma compositora e só isso.

Boa de palco, essa semana Mari fez o show de abertura dos ingleses do Daughter e arrebatou a plateia, coisa sempre complicada de se fazer.

Confira o disco de estreia, “Romance Modelo”, gravado com um belo time: o baterista Marcelo Callado (Do Amor, banda Cê) e o baixista Gustavo Benjão (Do Amor, Marcelo Camelo), além do guitarrista Pedro Carneiro (Boreal), do tecladista Thomas Jágoda e de outro baterista, Pedro Fonte.

sexta-feira

10

novembro 2017

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segunda-feira

30

outubro 2017

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A trágica história do The Frightnrs

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A história do The Frightnrs é de partir o coração.

Quando o veterano do punk rock Dan Klein conheceu Chuck Patel numa festa e descobriram ter o mesmo amor pelo reggae, chamaram Preet Patel e Rich Terrana e fundaram o The Frightnrs. Após alguns shows e um EP, os caminhos da banda cruzaram com o de Ticklah. Conhecido no reggae por trabalhos como “Dub Side of the Moon” –
e entrevistado no doc “Dub Echoes” – Ticklah também é um dos fundadores o Antibalas e tocou e produziu Sharon Jones.

Juntos produziram mais um EP, lançado pelo selo do Diplo, Mad Decent,e logo o Frightnrs foi contratado pela Daptone, gravadora de Sharon Jones e Charles Bradley, para lançar seu disco de estreia. Durante as gravações, Klein começou a perder peso, passar mal e logo foi diagnosticado com esclerose lateral miotrófica, uma doença neurodegenerativa. A banda conseguiu concluir o disco e marcou a data de lançamento para setembro de 2016.

Em junho, porém, após ir a um show da Sharon Jones & the Dap-Kings, Klein morreu, sem ver o lançamento do disco e sua aclamação crítica. Ficaram as músicas.

Acabaram de lançar um disco só de dub versions do disco original, produzido por Ticklah, “More to Say”. Ouça a versão de da música acima, “More to Say”:

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