rap Archive

quarta-feira

21

junho 2017

COMMENTS

Djonga, Clara Lima, Matéria Prima, DV Tribo e o rap de Minas

Written by , Posted in Música

O leitor João Perdigão mandou duas dicas de rappers de Belo Horizonte. Compartilhei com alguns amigos e vieram mais dicas e assim nasceu um post dando uma… geral no rap das Minas Gerais.

A primeira recomendação foi o Djonga:

Fazendo referência a clássica capa do Clube da Esquina, “Heresia”, estreia do ex-cantor de funk, Djonga, de 22 anos, traz rimas afiadas com mensagem de auto-estima, sobre bases inspiradas no boom bap produzidas porCoyoteBeatz, Cost, GustavoTreze e outros.

 

O amigo Pino indicou a Clara Lima:

Vinda da cena freestyle, Ana Clara Silva impressiona pelo poder de improvisação, tendo se tornado campeã da Liga Femininia de MCs.

E o DJ Tamenpi lembrou do Matéria Prima:

Veterano do rap, com passagens pelo Quinto Andar, Subsolo e Zimun, Matéria Prima surpreende cantando no disco “2 Atos”. Produzido por Gui Amabis, como sugere o título, é dividido em duas metades: numa Matéria Prima canta, na outra solta as rimas que o fizeram conhecido.

 Por fim, o coletivo DV Tribo, reunindo alguns desses e outros nomes do rap de Minas:

Anúncios

quarta-feira

31

maio 2017

COMMENTS

Snoop Dogg lança novo álbum, “Neva left”

Written by , Posted in Música

A colaboradora Milena Coppi fala sobre o novo disco do Snoop:

15º álbum de sua carreira de Snoop Dogg, “Neva left” tem 16 faixas e conta com colaborações dos caras do BADBUTNOTGOOD e do DJ e produtor KAYTRANADA. O rapper também reuniu uma galera das antigas para somar — K. Camp, Wiz Khalifa, KRS-One, Too $hort, Charlie Wilson, Redman e Method.

“O que eu queria fazer nesse álbum — e essa foi uma jogada bem espontânea — era criar algo que sintetize tudo que aconteceu na minha carreira durante esses 25 anos”, disse Snoop na festa de lançamento do álbum. “Senti que deveria fazer músicas que representem a geração do hip-hop que fiz parte. Queria dizer às pessoas que estou aqui e continuarei fazendo o que sempre fiz.”

De fato, o cara buscou retomar suas raízes, e só pelos samples usados no disco dá para notar: desde “C.R.E.A.M” do Wu-Tang Clan, até “Check The Rhime” do A Tribe Called Quest.

sexta-feira

26

maio 2017

COMMENTS

Brasil e Portugal se encontram em “Língua franca”, álbum com Rael, Emicida, Capicua e Valete

Written by , Posted in Música

“Língua franca” saiu nessa sexta-feira (26) nas plataformas digitais e já concorre, ao lado de lançamentos como “Galanga Livre”, de Rincon Sapiência, e “Espiral de Ilusão”, de Criolo, como um dos álbuns nacionais mais importantes do ano.

Isso porque, em uma reunião pouco comum, nomes importantes do rap brasileiro (Rael e Emicida) se encontram com parceiros de Portugal (Capicua e Valete). O resultado é uma interseção entre os dramas daqui, e de lá. Ah, e claro, os sotaques.

 

terça-feira

23

maio 2017

COMMENTS

Assista o clipe da primeira faixa do disco novo do Rincon Sapiência: “Ostentação à Pobreza”

Written by , Posted in Música

O primeiro álbum de estúdio do Manicongo, aka Rincon Sapiência, sairá no dia 28 de maio e já tem nome: “Galanga Vive”.

Antes do disco de estreia, o rapper natural de São Paulo lançou, no começo da semana, o primeiro single do trabalho, “Ostentação à Pobreza”. De composição própria, a faixa, assim como o clipe, é carregada de críticas sociais sobre a desigualdade das quebradas brasileiras.

segunda-feira

22

maio 2017

COMMENTS

Netflix e hip-hop além do universo de “The get down”

Written by , Posted in Música

Mais uma colaboração da Milena Coppi:

“The get down” chegou à Neflix em agosto do ano passado com a responsabilidade de contar a história do hip-hop americano desde sua fundação, quando o gênero ainda dava seus primeiros passos nas periferias de Bronx, em Nova York.

Para além da série criada pelo aclamado Baz Luhrmann — responsável por mega produções, como “O grande Gatsby” (2013), “Moulin Rouge” (2001) e “Romeu + Julieta” (1996) —, e produzida por ninguém menos do que o rapper Nas, há uma penca de programas sobre o gênero no serviço de streaming.

A primeira e definitiva série documental para assistir na sequência é “Hip-hop evolution” (2016). Com apenas uma temporada, você dificilmente terminará os quatro episódios sem querer assistir mais. Isso, porque a narrativa, guiada pelo rapper queniano Shad Kabango, mostra os caras que estão no movimento desde o começo, chegando até os rappers contemporâneos. Espere por ícones da cultura negra como Afrika Bambaataa, Grandmaster Flash e até o NWA.

Outro programa essencial para entender melhor a cultura hip-hop é o documentário “Fresh dressed”(2015), cuja abordagem é focada em explicar como a moda é influenciada pelo movimento desde os anos 1970 até hoje. O longa ainda reúne entrevistas com Nas, Kanye West, Sean Combs e Pharrell Williams.

O catálogo da Netflix ainda reúne os documentários “The Art of Organized Noize” (2016) — que aborda a ascensão e o sucesso do Organized Noize, grupo de produtores de Atlanta, EUA, formado por Rico Wade, Ray Murray e Sleepy Brown —, “Stretch and Bobbito: Radio That Changed Lives” (2015), “Sample This” (2012) e “Biggie and Tupac” (2002).

 

Anúncios