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sexta-feira

2

setembro 2016

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De La Soul lança documentário sobre disco novo

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Documentário De La Soul URBe

O trio de hip-hop De La Soul acaba de lançar o documentário “We’re Still Here (Now)”, que mostra os bastidores do processo de produção do álbum mais recente do trio, “and the Anonymous Nobody”.  O filme foca na história da criação do álbum, desde seu financiamento coletivo à apresentações das novas faixas ao vivo. Entrevistas com os rappers também estão presentes no doc.

O De La Soul vem ao Brasil em novembro, e se apresenta no Rio de Janeiro no dia 04/11, no Sacadura 154, em mais uma realização do Queremos!

segunda-feira

28

março 2016

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Queremos! apresenta: José González + Lucy Rose

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José González Queremos! URBe

O sueco José González vem ao Rio de Janeiro para uma apresentação no próximo dia 06 de maio, em mais um show produzido pelo Queremos! em parceria com a Heineken no Circo Voador.

Com seu violão de suíngue nórdico, José González trará ao Rio a turnê de seu álbum mais recente, “Vestiges & Claws”. O disco é uma coleção de canções buriladas artesanalmente e gravado em sua casa, em Gotenburgo. Lançado em 2015, foi um grande alento para os fãs, que aguardavam um novo trabalho do compositor desde “In our nature”, de 2007. Neste mesmo ano, o músico veio pela primeira vez ao Brasil, como parte do festival Invasão Sueca, para apresentações em São Paulo e Curitiba.

Filho de argentinos que fugiram da ditadura militar, José González nasceu em Gotemburgo, na Suécia, em 1978. Naturalmente, em sua casa ouvia-se muita música latino-americana, e desde cedo, González se interessou pelas levadas do cubano Silvio Rodríguez, uma de suas referências confessas. Mas não só: ecos Simon & Garfunkel, Nick Drake, Shuggie Otis e Kings of Convenience formam o DNA de sua delicada música embebida de folk rock.

Seu début, porém, foi bem mais barulhento. Com amigos, formou um grupo de hardcore chamado Only if You Call Me Jonathan, que chegou a lançar um disco em 2000. Três anos depois, González iniciava sua carreira solo com “Veneer”, de onde saiu sua versão de “Heartbeats”, da banda The Knife (também sueca), tema de um icônico comercial de TV, em 2005.

Entre “In our nature” e “Vestiges & Clows”, González rodou o mundo em turnês solo e gravou dois discos com seu trio de folktronic, Junip, entre outras atividades, como as duas canções que registrou em 2013 para a trilha sonora do filme “A Vida Secreta de Walter Mitty”.

“Vestiges & Claws” é o primeiro trabalho de José González que contém apenas material original, um intimista e hipnótico mergulho em suas reflexões sobre civilização, humanismo e solidariedade, feito para “encorajar a nos compreendermos e fazer o melhor que pudermos de nossas vidas após o nascimento e antes da morte”.

A abertura fica por conta da cantora de indie folk Lucy Rose. A inglesa faz sua primeira turnê pelo Brasil e irá se apresentar também em São Paulo e Porto Alegre. Inspirada por Neil Young e Joni Mitchell, a artista, que já fez parceria com Bombay Bycicle Club, trabalha atualmente no lançamento de seu novo disco “Work It Out”, aguardado para julho deste ano.

quinta-feira

3

dezembro 2015

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The Chemical Brothers no Rio: o final apoteótico para um ano catártico

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Chemicalbrothers_rio_2015_queremos_01

2015, essa besta em forma de ano, vai chegando ao final, deixando lições e aprendizados. Falando especificamente do Queremos!, foi um dos anos em que mais fizemos shows e corremos mais riscos.

Pensando em retrospecto, a hashtag #Queremos5anos serviu internamente mais para que mantivéssemos a sanidade e o foco em tudo que realizamos, do que para comemorar o aniversário de 5 anos de shows (que incluiu até um livro de posters).

Nesse cenário, o show do The Chemical Brothers foi um final apoteótico, para um ano catártico. Para lavar a alma e começar 2016 limpo, pronto para outras – porque sempre vem mais coisas, boas e complicadas. Nada melhor do que um show imperdível. Onde tiver Chemical Brothers, estou lá (Creamfields Liverpool e Pacaembú em 2004, Londres e Rock Werchter em 2008, Coachella em 2011…). É um dos melhores shows da praça.

Com 10 toneladas de equipamento de luz e som, um estúdio inteiro em cima do palco, com sintetizadores, sequenciadores, e samplers, a apresentação foi um massacre áudio-visual. Pilhas de sub-woofers amassaram o peito dos presentes, silenciando até os eventuais críticos da acústica do Vivo Rio.

Enquanto dois robôs gigantescos atiravam lasers pelos olhos, camadas de raios complementavam as imagens do telão, que mesmo resvalando na breguice noventista, escapava pelo contexto e história estética construída pela dupla nas duas últimas décadas. Entre hits do passado, as músicas do disco de 2015 se inseriam sem perda de qualidade, comprovando a qualidade das produções do The Chemical Brothers. Os caras arrebentam em qualquer estilo que se proponham se aventurar.

Se visualmente a pirâmide do Daft Punk continua reinando absoluta entre as apresentações de música eletrônica, sonoramente o que os irmãos químicos fazem ao vivo deixa praticamente todos os outros para trás. Operando o hardware ao vivo, tocando mesmo, eles montam e desmontam as músicas com uma precisão admirável. Quem fica perdido olhando pra uma tela de computador é o público, não os artista, na tentativa de registrar um pouco da psicodelia.

Não estava lotado, longe disso. O prejuízo foi grande, o aprendizado ainda maior. Mesmo entendendo a situação econômica atual (e o ingresso não era barato, por conta dos custos também altos), uma pena uma cidade receber um show desse porte e a casa estar vazia (fazia 16 anos que não se apresentavam por aqui). Um show que transcende o rótulo “música eletrônica”. É uma instalação artística, coisa pra ser vista por qualquer um que aprecie esse tipo de coisa, independente do gosto musica. Quem viu, viu.

Felizmente,  para cada pessoa que só vai se for de graça (VIP é quem paga, ô conceito difícil de implementar nessa cidade…), que reclama das tentativas de salvar um show do prejuízo, tem outras 10 que apoiam, que fazem acontecer e valorizam o esforço que é botar shows como esse de pé.

Na segunda, dia seguinte ao show, Facebook e Instagram estavam abarrotados de relatos de fãs muito felizes com o show. E também mensagens de apoio ao Queremos! após as polêmicas, como esse comentário, na foto que a dupla fez com o poster do show (único registro oficial, já que são reservados não deram entrevista nem pro vídeo oficial – a única que já consegui com eles, foi na marra).

Chemicalbrothers_rio_2015_queremos_2

 

Ou essa:

Chemicalbrothers_rio_2015_queremos

Ainda essa rolou essa belezura, como um presente para fechar o ciclo. Vem 2016, vem que vai ser ainda melhor.

chemical brothers queremos print facebook

sexta-feira

27

novembro 2015

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quinta-feira

19

novembro 2015

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