hip hop Archive

quarta-feira

21

junho 2017

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Djonga, Clara Lima, Matéria Prima, DV Tribo e o rap de Minas

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O leitor João Perdigão mandou duas dicas de rappers de Belo Horizonte. Compartilhei com alguns amigos e vieram mais dicas e assim nasceu um post dando uma… geral no rap das Minas Gerais.

A primeira recomendação foi o Djonga:

Fazendo referência a clássica capa do Clube da Esquina, “Heresia”, estreia do ex-cantor de funk, Djonga, de 22 anos, traz rimas afiadas com mensagem de auto-estima, sobre bases inspiradas no boom bap produzidas porCoyoteBeatz, Cost, GustavoTreze e outros.

 

O amigo Pino indicou a Clara Lima:

Vinda da cena freestyle, Ana Clara Silva impressiona pelo poder de improvisação, tendo se tornado campeã da Liga Femininia de MCs.

E o DJ Tamenpi lembrou do Matéria Prima:

Veterano do rap, com passagens pelo Quinto Andar, Subsolo e Zimun, Matéria Prima surpreende cantando no disco “2 Atos”. Produzido por Gui Amabis, como sugere o título, é dividido em duas metades: numa Matéria Prima canta, na outra solta as rimas que o fizeram conhecido.

 Por fim, o coletivo DV Tribo, reunindo alguns desses e outros nomes do rap de Minas:

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terça-feira

23

maio 2017

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Assista o clipe da primeira faixa do disco novo do Rincon Sapiência: “Ostentação à Pobreza”

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O primeiro álbum de estúdio do Manicongo, aka Rincon Sapiência, sairá no dia 28 de maio e já tem nome: “Galanga Vive”.

Antes do disco de estreia, o rapper natural de São Paulo lançou, no começo da semana, o primeiro single do trabalho, “Ostentação à Pobreza”. De composição própria, a faixa, assim como o clipe, é carregada de críticas sociais sobre a desigualdade das quebradas brasileiras.

segunda-feira

22

maio 2017

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Netflix e hip-hop além do universo de “The get down”

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Mais uma colaboração da Milena Coppi:

“The get down” chegou à Neflix em agosto do ano passado com a responsabilidade de contar a história do hip-hop americano desde sua fundação, quando o gênero ainda dava seus primeiros passos nas periferias de Bronx, em Nova York.

Para além da série criada pelo aclamado Baz Luhrmann — responsável por mega produções, como “O grande Gatsby” (2013), “Moulin Rouge” (2001) e “Romeu + Julieta” (1996) —, e produzida por ninguém menos do que o rapper Nas, há uma penca de programas sobre o gênero no serviço de streaming.

A primeira e definitiva série documental para assistir na sequência é “Hip-hop evolution” (2016). Com apenas uma temporada, você dificilmente terminará os quatro episódios sem querer assistir mais. Isso, porque a narrativa, guiada pelo rapper queniano Shad Kabango, mostra os caras que estão no movimento desde o começo, chegando até os rappers contemporâneos. Espere por ícones da cultura negra como Afrika Bambaataa, Grandmaster Flash e até o NWA.

Outro programa essencial para entender melhor a cultura hip-hop é o documentário “Fresh dressed”(2015), cuja abordagem é focada em explicar como a moda é influenciada pelo movimento desde os anos 1970 até hoje. O longa ainda reúne entrevistas com Nas, Kanye West, Sean Combs e Pharrell Williams.

O catálogo da Netflix ainda reúne os documentários “The Art of Organized Noize” (2016) — que aborda a ascensão e o sucesso do Organized Noize, grupo de produtores de Atlanta, EUA, formado por Rico Wade, Ray Murray e Sleepy Brown —, “Stretch and Bobbito: Radio That Changed Lives” (2015), “Sample This” (2012) e “Biggie and Tupac” (2002).

 

quarta-feira

17

maio 2017

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quinta-feira

11

maio 2017

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