cultura digital Archive

terça-feira

17

Abril 2018

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Os trabalhos muito ‘black mirror’ de Dries Depoorter

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Internet, privacidade, identidade nas redes sociais e vigilância. O que poderia ser uma sinopse de “Black mirror” é, na verdade, uma série de temas utilizados no trabalho do artista belga Dries Depoorter.

Baseado em Bruxelas, o cara, que já chamou atenção do TEDx e do SXSW, tem uns projetos ~muito black mirror~ mesmo, que poderiam se tornar roteiros da famosa série exibida pela Netflix.

Tinder In: Depoorter decidiu comparar fotos de pessoas aleatórios em duas redes sociais distintas, o Tinder e o LinkedIn. A princípio, o cara foi criticado por utilizar apenas fotografias de mulheres. Ele rebateu e explicou o motivo. “Usei meu perfil pessoal para realizar a pesquisa”, disse.

Sendo assim, sherlock, chegamos a duas conclusões. Depoorter é hétero e um stalker a nível artístico e acadêmico. Mas isso não é tudo. Ele também é o sortudo que vai exibir o resultado do stalk em galerias de arte em Paris.

Die with me: O nome é bem macabro e parece o título de uma funerária, mas é apenas um aplicativo criado por Depoorter. Disponível para download na Apple Store e no Google Play, o app só pode ser utilizado quando o usuário tiver menos do que 5% de bateria. A ideia é que você bata um papo uma pessoa aleatória do outo lado da tela, que esteja nessa mesma situação de sofrência.

Scratch Tickets: O bilhete é como uma raspadinhas, mas, diferente de oferecer prêmios em dinheiro, carros ou imóveis, o sortudo que encontrar o ticket premiado ganha mais 25 mil seguidores em redes sociais como Twitter e Instagram.

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2

Janeiro 2018

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terça-feira

21

novembro 2017

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Coruja BC1, “Passando a Limpo” e os samples de imagem

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A julgar pelos clipes de “Não Espero Mais”, d’O Terno (bem parecido com o “Drifted”, do The Shoes”) e esse do Coruja BC1, os diretores e artistas andam pouco preocupados com as questões de direito autoral.

Os três clipes utilizam imagens de filmes e outros materiais com direitos reservados, sem cerimônia. O do Coruja, forçando a barra, poderia se enquadrar nos termos de fair use, por utilizar imagens de fatos citados na letra (embora a letra possivelmente não seja encarada como um material documental).

Seja como for, o uso deve ser mesmo livre e esse processo de distribuição de direitos automatizado, via blockchain, por exemplo (entenda o que é blockchain), quando couber divisão de receita. O mais importante é o processo criativo e de novas obras ser livre.

Em todo caso, não deve demorar para o YouTube travar vídeos que utilizem conteúdo em imagem protegido por direitos autorais da mesma forma que já faz com os de áudio, tirando-os do ar imediatamente.

Falando em Coruja, saiu o disco de estreia, apadrinhado por Emicida e seu Laboratório Fantasma (de quem ele parece emular tudo, do discurso ao flow) que diz: “Ele tem, hoje, a mesma febre que eu tinha há uns dez anos”.

terça-feira

21

novembro 2017

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terça-feira

15

agosto 2017

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