coachella Archive

sexta-feira

8

janeiro 2016

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A escalação do Coachella 2016

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O festival de música e artes Coachella anunciou no último dia 05 o line-up da sua 17a edição. O evento esse ano irá contar com o retorno aos palcos do LCD Soundsystem e do Guns N’ Roses com sua formação quase original, com Axl, Slash e Duffy.

Como sempre, o melhor do festival não são as atrações principais. Esse ano tem  DJ Koze, Deerhunter, BadBadNotGood, Mr. Carmack, 2ManyDJs, Sufjan Stevens, Jack Ü, Grimes, Unknown Mortal Orchestra, Courtney Barnett, Disclosure, Beach House, Bob Moses, The Dead Ships, Rancid, Flume, Kamasi Washington e Melody’s Echo Chamber.

coachella line-up 2016 URBe

 

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quinta-feira

7

janeiro 2016

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James Murphy confirma volta do LCD Soundsystem

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Após a divulgação de uma música nova para o Natal de 2015, o LCD Soundsystem está definitivamente de volta. O anúncio foi feito em uma carta aberta, escrita pelo líder do grupo, o músico e produtor James Murphy, postada no site oficial da banda no último dia 05 de janeiro.

Em tom de desculpa, James Murphy alegou estar com várias canções guardadas e contou que se reuniu com os integrantes Nancy Whang e Pat Mahoney para decidir o que faria com as musicas. O grupo decidiu que a melhor opção era um novo trabalho do LCD Soundsystem.

A banda confirmou que além do disco novo, o grupo planeja sair em turnê e já confirmou presença como uma das principais atrações do festival Coachella deste ano.

Leia a carta de James Murphy aqui.

 

 

quarta-feira

24

abril 2013

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segunda-feira

15

abril 2013

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Transcultura #111: Brett Novak & Kilian Martin // Coachella

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Versão extendida do meu texto na da semana passada da “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Fora do eixo
Usando o espanhol Kilian Martin como estrela, o diretor americano Brett Novak se destaca no universo dos filmes de skate com uma linguagem própria e ambientações incomuns
por Bruno Natal

Natural de Chicago e morando em Los Angeles, o diretor Brett Novak tem levado os vídeos de skate por novos caminhos. Em vez de rampas e calçadas, ele filma skatistas em um parque de diversão abandonado (“Altered route”) ou em uma galeria de arte (“Internal departure”) com o mesmo apuro técnico dedicado a curtas de ficção.

Seu assunto favorito é o espanhol Kilian Martin, skatista que dá sequência à linha de estilo livre iniciada por Rodney Mullen, tido como inventor “apenas” do ollie, entre outras manobras, nos anos 1980.

— Sempre fui obcecado por brincar com câmeras de vídeo, fazendo animações com massinha. Alguns vídeos específicos realmente me fizeram apreciar o aspecto documental das filmagens — conta Brett, de Nova Délhi, na Índia, onde esteve filmando Kilian.

Sua relação com o espanhol vem dos tempos de competidor, quando disputaram títulos em torneios. Tempos depois, conversando pelo Facebook, decidiram fazer “Kilian Martin: a skate escalation”. O vídeo, com mais de três milhões de visualizações em três anos, funcionou como catalisador não apenas da parceria, mas da carreira de ambos.

— Ele é, definitivamente, um dos skatistas mais talentosos e consistentes que tive a honra de filmar e conhecer — conta Nova.

Influência de Spike Jonze

Para Brett, o papel de Kilian vai além de sua habilidade, muito acima da média, transcendendo o próprio talento. Seu estilo rediscute parâmetros comportamentais autoimpostos pelos skatistas.

— A comunidade do skate, que sempre repercutiu a sua própria imagem de originalidade, tem uma relação estranha com o que foge dos seus padrões. É um daquelas ironias das rebeldias: “se você não é como nós, você é igual a todo resto” — diz ele. — O diferente, o estranho foi afastado. Apenas alguns poucos skatistas que se inclinam para o lado estranho têm sido capazes de conseguir popularidade e legitimação dentro da comunidade. Espero que os vídeos de Kilian cheguem às mentes abertas da geração mais nova e os inspirem a quebrar as “regras”.

Vídeos de skate ou de surfe, por mais criativos que sejam, padecem do mal de serem percebidos, por quem não é iniciado no assunto, como “sempre a mesma coisa”. É certo que as diferenças entre eles são difíceis de ser notadas por quem não pratica o esporte; mudam as manobras e as locações, mas a linguagem visual muitas vezes é mesmo repetitiva. Parecendo grandes produções, os vídeos de Brett têm o efeito de fugir dessa mesmice.

— A palavra-chave é “parecem”. Meus vídeos devem ter uma produção menor do que a maioria dos vídeos de skate, que passam meses com em vários locais. Eles são gravados apenas por mim, com uma câmera e um skate, em alguns dias. Não têm nenhum equipamento especial. Os orçamentos são limitados, e gasto tudo nas viagens.

De tempos em tempos, surgem mudanças que dão uma sacudida nos formatos. Recentemente, as câmeras GoPro revolucionaram a perspectiva dessas filmagens. Jack Johnson transformou os vídeos de surfe a partir de “September sessions” ao focar nas relações pessoais, ajudando quem não surfa a entender a paixão do surfista pelas ondas.

Spike Jonze, hoje tido como um inovador diretor de cinema (“Quero Ser John Malkovich”, “Adaptação”, “Onde Vivem Os Monstros”),videoclipes (Beastie Boys, Fatboy Slim, Sonic Youth, Weezer, Chemical Brothers, Beck) e publicidade, começou filmando skate, o que continua fazendo, em filmes como “Video days” e “Yeah right!”, que estabeleceram muito da linguagem atual desses registros.

— Spike Jonze tem, sem dúvida, uma grande influência no meu estilo e visão do processo. Nem sabia do seu envolvimento com o skate até depois de já ter ficado obcecado com o seus trabalhos em clipes. Adoro assistir filmes inteiros, mas o meu cérebro quer criar em durações de três a cinco minutos. Com câmeras HD baratas e distribuição no YouTube, o campo de jogo foi completamente nivelado. Diretores que negam isso e skatistas que resistem as mudanças vão perder muito, porque vai acontecer de qualquer maneira.

Normalmente restritos aos praticantes de esporte, vídeos de skate e surfe acabam subestimados, sendo pouco vistos por outras pessoas e, consequentemente, não tendo seu valor artístico reconhecido.

— São subculturas populares, mas ainda subculturas. Esses filmes não fazem um grande esforço para se conectar com o resto do público. O melhor conselho que já recebi foi de que, não importa o tópico ou a mídia, arte é sobre pessoas. Somos uma espécie social e se não soubermos como nos conectar com os demais, o filme perde o interesse. O truque consiste em proporcionar uma ligação ao espectador, sem esterilização do conteúdo.

Tchequirau

Hoje começa o Coachella, festival com mais de 100 bandas e um dos mais comentados do mundo. pra assistir a farra no deserto californiano pelas internetês, até domingo, no YouTube.

segunda-feira

15

abril 2013

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