bbng Archive

quinta-feira

19

maio 2016

COMMENTS

BADBADNOTGOOD anuncia disco “IV” para julho e divulga música nova

Written by , Posted in Música

BADBADNOTGOOD IV URBe

O BADBADNOTGOOD deu mais detalhes sobre o lançamento de seu próximo álbum, “IV”, que sai no dia 8 de julho. O disco vai contar com as participações de Mick Jenkins, Kaytranada, Colin Stetson, e Charlotte Day Wilson.

Ouça “Time Moves Slow”, parceria do grupo com Sam Herring, vocalista do Future Islands. A faixa foi divulgada no programa de Zane Lowe em seu programa no Apple Music.

“IV”

As músicas:

01 – And That, Too
02 – Speaking Gently
03 – Time Moves Slow [part. Sam Herring]
04 – Confessions Pt. II [part. Colin Stetson]
05 – Lavender [part. Kaytranada]
06 – Chompy’s Paradise
07 – IV
08 – Hyssop of Love [part. Mick Jenkins]
09 – Structure No. 3
10 – In Your Eyes [part. Charlotte Day Wilson]
11 – Cashmere

A capa:

BADBADNOTGOOD IV Capa URBe

About these ads

quinta-feira

7

janeiro 2016

COMMENTS

Os bons discos internacionais de 2015

Written by , Posted in Destaque, Música

urbe_bonsdiscosinternacionais2015

Já está chegando a hora de dar uma medalha para quem ouve um disco inteiro nessa era que vem sendo dominada por streamings avulsos e EPs. E duas para os artistas que conseguem 1) produzir um disco coeso nesse contexto; 2) conquistar atenção dos ouvintes para o disco inteiro nesse tiroteio de singles. Abaixo estão os discos que conseguiram puxar o foco para si seja pela importância do artista, seja através de uma única música que por acaso adentrou os ouvidos e acabou puxando as outras. Esses são alguns dos bons discos de 2015 – os que chegaram até aqui, ao menos.

Aqui estão as listas dos Bons Discos Nacionais de 2015 e Bons Shows de 2015.

O disco internacional de 2015:

djkoze-djkicks URBe

DJ Koze, “DJ-Kicks: DJ Koze”

O melhor disco do ano não foi um exatamente disco, mas uma mixtape. Sintomático com os tempos atuais, puro suco de 2015. O mix feito pelo DJ Koze para 50ª edição da série DJ Kicks é uma parada de outro mundo. Mesmo sendo uma coletânea, não se trata apenas de juntar um punhado de músicas, várias delas são edits, remixes e mashups produzidos pelo próprio Koze. Mesmo fazendo “apenas” uma seleção, o que o cara conseguiu é de deixar pasmo. Uniformidade de clima, astral, história através das letras. Coisa linda e imperdível.

kendrick-lamar-to-pimp-a-butterfly URBe

Kendrick Lamar, “To Pimp A Butterfly”

jamiexxincolourURBe

Jamie xx“In Colour”

alabamashakessound&colorURBe

Alabama Shakes, “Sound & Color”

Tame-Impala-Currents800-500x500URBe

Tame Impala“Currents”

KWTheepicURBe

Kamasi Washington“The Epic”

andyshauf-the-bearer-of-bad-newsURBe

Andy Shauf“The Bearer o Bad News”

leon-bridges-coming-home-URBe

Leon Bridges“Coming Home”

natalieprassURBe

Natalie Prass“Natalie Prass”

toroymoiwhatforURBe
Toro y Moi“What For?”

UMO-multiloveURBe

Unknown Mortal Orchestra“Multi-Love”

Mac DeMarco - Another One URBe

Mac DeMarco“Another One”

Diclosure Caracal - URBe

Disclosure, “Caracal” 

desmond cheese - peace & quiet URBe

Desmond Cheese, “Peace & Quiet” 

the internet ego death - URBe

The Internet, “Ego Death”

kurt vile - b'lieve i'm goin' down... URBe

Kurt Vile, “b’lieve i’m goin down…” 

badbadnotgood-ghostface-killah-sour-soul-URBE

Ghostface Killah/BadBadNotGood, “Sour Soul”

mew-fresh-blood-URBe

Matthew E. White, “Fresh Blood”

beirut-no-no-no URBe

Beirut, “No No No”

sexta-feira

10

abril 2015

COMMENTS

BadBadNotGood, "Boogie No. 69"

Written by , Posted in Destaque, Música

BBNG_GiannideFretes
foto: Gianni de Fretes / divulgação, via Facebook

Se você sentir um balanço brasileiro nos teclados, não estranhe: após um dos shows no SxSW o tecladista da banda disse que tem escutado muita música brasileira, citou o Azymuth e disse que está viciado em “Construção”, do Chico Buarque.

As apresentações em Austin foram bem diferentes disso. Quase sempre acompanhados pelo Ghostface Killah, e as vezes por outros rappers, o BBNG está se mostrando cada vez mais versátil. Só falta tocar no Brasil.

terça-feira

23

dezembro 2014

COMMENTS

Os bons discos internacionais de 2014

Written by , Posted in Destaque, Música

urbe_bonsdiscosinternacionais2014

O ano começou devagar quase parando e dava pinta que poderia acontecer como no ano passado, quando por uma série de fatores fazer essa lista deu mais trabalho do que o normal (descontando-se o fato de ser terrível pra fazer lista, claro). Então, da metade do ano pra frente o ritmo acelerou e uma torrente (turum tss!) de bons lançamentos praticamente salvaram 2014 de si próprio, ao menos musicalmente falando.

Como de costume, não é uma lista de melhores discos, e sim uma lista de bons discos. Além de ser muito complicado hierarquizar músicas de estilos diferentes, tem também o fato de que é impossível ouvir tudo que sai. Fatalmente algo muito bom ficou de fora da lista, então se você notou isso, deixe dicas e puxões de orelha nos comentários.

As listas dos bons discos nacionais e de shows de 2014 já foram publicadas, só clicar.

O disco internacional de 2014:

war_on_drugs_lost_in_the_dream

The War On Drugs, “Lost in the Dream”

A disputa ficou apertada com o Taylor McFerrin no quesito número de audições, porém o que “Early Riser” tem de sobra no quesito performance, “Lost In The Dream” tem no fator canções, acaba grudando mais no ouvido. A porta de entrada é “Red Eyes”, mas quando o ouvinte se dá conta já foi sugado pelas influências de Tom Petty, Bruce Springsteen, Fleetwood Mac, rock oitentista proposta por Adam Granduciel. O disco passa como num galope, deixando ouvinte atordoado e zonzo, perdido num sonho.

taylormcferrin_earlyriser

Taylor McFerrin, “Early Riser”

Chet-Faker-Built-On-Glass

Chet Faker, “Built On Glass”

caribou-our-love

Caribou, “Our Love”

weareshining-kara

We Are Shining, “Kara”

spoon_theywantmysoul

Spoon, “They Want My Soul”

Bonobo_Flashlights

Bonobo, “Flashlight” (EP)

Metronomy_LoveLetters

Metronomy, “Love Letters”

mark-mcguire-along-the-way-500x500

Mark McGuire, “Along the Way”

real_estate_atlas_album-500x500

Real Estate, “Atlas”

Todd_Terje_-_It's_Album_Time_album_cover

Todd Terje, “It’s Album Time”

Lese_Majesty

Shabazz Palaces, “Lese Majesty”

freddie-gibbs-madlib-cocaine-pinata-500x500

Freddie Gibbs & Madlib, “Piñata”

the-preatures-blue-planet-eyes

The Preatures, “Blue Planet Eyes”

holliecook-twice

Hollie Cook, “Twice”

bbng_III

BadBadNotGood, “III”

william_onyeabor

William Onyeabor, “World Psychedelic 5: Who Is William Onyeabor”

tvontheradio-seeds

TV On The Radio, “Seeds”

BaxterDury_ItsaPleasure

Baxter Dury, “It’s a Pleasure”

Mac-DeMarco-Salad-Days

Mac DeMarco, “Salad Days”

jungle

Jungle, “Jungle”

segunda-feira

22

dezembro 2014

COMMENTS

Os bons shows de 2014

Written by , Posted in Destaque, Música, Resenhas

urbe_bonsshows2014

E eu achando que em 2013 tinha visto pouco show… 2014, também conhecido como dois mil e catarse, passou como um relâmpago. A lista abaixo segue sem nenhuma ordem específica, tirando o primeiro lugar, dos melhores shows assistidos esse ano. Lembrando sempre, claro, que lista de shows é ainda mais pessoal do que de discos, pois dificilmente duas pessoas viram todos os mesmos shows no ano.

As listas dos bons discos nacionais e a de internacionais de 2014 já foram publicadas, só clicar.

O show de 2014: Tame Impala (Circo Voador)

Já era a terceira vez dos australianos no Rio – a segunda só na turnê desse disco. Pensa que diminui o ímpeto? Nada disso. A cada nova passagem pela cidade o Tame Impala mostra evolução técnica e de palco, o show cresce, assim como os discos. As músicas chapadas desabrocham, as letras herméticas/ambíguas/cifradas se abrem, a viagem decola. Ano que vem deve sair o terceiro disco do projeto de Kevin Parker. É certo de que vindo novamente ao Brasil, o Tame Impala se credencia para mais uma vaga nas listas de shows do ano.

Chet Faker (SXSW, Austin)

“No Diggity”, Chet Faker #sxsw #sxsw14 #blackstreet

A video posted by URBe (@urbe) on

 

Sozinho no palco, com dois teclados, laptop e controladoras, o australiano Nicholas James Murphy expande suas gravações, surpreendendo pela pressão e vocação pra pista de algumas faixas. Tão surpreendente quanto isso foi a quantidade de “curtir” e comentários que a foto postada no Instagram recebeu. Pelas beiradas, Chet Faker, que tocou num show fechado em SP, parece já ter construído um público por esses lados. Em 2015 há boas chances dele tocar por aqui, dessa vez pro seu público. Na torcida.

Tom Petty & The Heartbreakers (The Forum, Los Angeles)

Tom Petty & The Heartbreakers (Fazendinas feeling)

A photo posted by URBe (@urbe) on

 

Há 20 anos vi Tom Petty ao vivo pela primeira e única vez, quando ele participou do Bridge School Benefit, em São Francisco, junto com o Pearl Jam, maior motivo da minha ida. Era um show curto, apenas algumas músicas, ficou faltando tudo. dessa vez era um show completo, e no lugar que a banda chama de casa por ter hospedado alguns das suas principais apresentações (o recém reinaugurado The Forum, em Los Angeles). O disco lançzdo ano, “Hypnotic Eye”, é bem bom, mas confesso que fui ao show mais pelo passado do que pelo presente, pelo programa mesmo. Foi uma grande surpresa ver a banda afiadíssima, desfilando hits e mais hits.

João Donato (Circo Voador)

João Donato, 80 anos de suingue #Donato80

A video posted by URBe (@urbe) on

 

“Teve gente vinda do Japão para presenciar o sarau de 80 anos do mestre do suingue João Donato. Era uma noite histórica, abrilhantada por convidados do quilate de Caetano Veloso, Luiz Melodia, BNegão, Kassin, Robertinho do Recife e alguns outros. Ainda assim, tinha ingresso sobrando, com pouco mais de mil presentes no Circo Voador. Vai entender essa cidade.”

Metronomy (Circo Voador)

O Metronomy é daquelas bandas que é sempre legal ver o show novo. Não foi diferente nessa turnê de “Love Letters”, quarto disco da banda (ou terceiro, de certa forma, já que o primeiro passou praticamente batido por todos). Apesar de muito bom, “Love Letters” é inferior ao anterior, “English Riviera”, o que puxou o show um pouco pra baixo. Porém, com o repertório que tem e a qualidade dos músicos, até com alguma coisa jogando contra é difícil o Metronomy fazer um show ruim.

De La Soul (Circo Voador)

Clássico é clássico e vice-versa. Show obrigatório, mesmo não sendo novidade. A noite foi uma verdadeira celebração da cultura hip hop.

BadBadNotGood (XOYO, Londres)

BadBadNotGood, mais uma vez

A photo posted by URBe (@urbe) on

 

Já perdi as contas de quantos shows do BBNG vi. Antes do primeiro disco, depois, em lugares pequenos, outros maiores, tocando com Frank Ocean… Fato é que toda vez é surpreendente, muito porque a banda não se aquieta, tanto por estar ainda buscando a própria identidade, quanto por estar sempre em transformação. O show de lançamento do terceiro disco cheio (fora a tonelada de EPs, participações e versões soltas por aí), “III”, no XOYO, em Londres, foi especial também para banda. Era a primeira vez tocando sozinhos na cidade e num lugar de tamanho decente, com ingressos esgotados. Uma noite mágica.

Valerie June (The Wiltern, LA)

Valerie June

A photo posted by URBe (@urbe) on

 

Cheguei um ano atrasado no disco da Valerie June, mas não demorou muito pra conseguir vê-la ao vivo, esbanjando voz e talento…d

Sharon Jones (The Wiltern, LA)

Sharon Jones & The Dap Kings

A photo posted by URBe (@urbe) on

 

… e de “brinde”, ainda teve o furacão Sharon Jones tocando na sequência.

Cashmere Cat (SXSW, Austin)

Cashmere Cat, uma (bem) boa farofa #sxsw #sxsw14

A video posted by URBe (@urbe) on

 

Conhecido pelas produções detalhadas (ouça o remix de “Do You…”, do Miguel), o set do Cashmere Cat não decepciona, equilibrando as facetas farofentas de agradador de pista com produções mais elaboradas. É tudo que um bom set farofa deveria ser.

Forrest Swords (SXSW, Austin)

Forrest Swords (e Justice?) #sxsw #sxsw14

A video posted by URBe (@urbe) on

 

Poucos cenários seriam tão perfeitos para um show show do Forrest Swords do que uma igreja. E foi exatamente nesse ambiente que se deu uma meditação profunda, em Austin, no Texas, durante o frenesi que é o SXSW. Um show difícil de acontecer por conta da dificuldade de público para encher um lugar minimamente grande, foi uma sorte ter esbarrado com o Forrest Swords ao vivo. Talvez não tenha outra chance.

Addison Groove (SXSW, Austin)

Addison Groove #BASS #grosseria #faltadeeducaçãoaté #sxsw #sxsw14

A photo posted by URBe (@urbe) on

 

“BOOM! BOOM! BOOM! BOOM!”, na cabeça, na barriga, no meio dos peitos. Uma verdadeira surra de graves, num pub xexelento, cujo equipamento dava um verdadeiro baile nos melhores clubes do Rio. É de se pensar até quando vai se perpetuar a mentalidade de que a qualidade do som não é fundamental numa casa. Um dia muda.

Mala (Wobble, Rio; e The Great Escape, Brighton)

Mala espancando nos graves

A photo posted by URBe (@urbe) on

 

Mala e sua chuva de graves #skankin #dubstep #yce2014 #tge14 @uk_ce

A photo posted by URBe (@urbe) on

 

Quer grave? Mais grave? Então marca dois encontros com o Mala. Um dos sobreviventes da primeira leva do dubstep, conseguindo dar sequência na carreira mesmo após o cataclisma Skrillex, Mala tem patente alta, dá aula e é bigode grosso na cena bass.

Jagwar Ma (Miranda)

Ninguém dava nada pro show dos australianos (mais um!), tanto foi que não conseguiram chegar nem perto de esgotar ingressos para o diminuto Miranda. Azar de quem não foi. Com forte influência da Madchester, o Jagwar Ma oferecer uma viagem dançante psicodélica para os que estiveram presente. Tomara que voltem pra se apresentar pra mais gente.

About these ads