segunda-feira

18

abril 2016

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Paul Thomas Anderson dirigiu novo clipe do Radiohead

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Paul Thomas Anderson Radiohead URBe

O novo clipe do Radiohead foi dirigido por Paul Thomas Anderson. A informação, que até então era confidencial, foi divulgada no podcast For Crying Out Loud.

Stefanie Wilder-Taylor, uma das apresentadoras do programa, contou na última edição do programa que a produção do vídeo, incluindo o diretor, esteve em sua casa, no subúrbio de Los Angeles, para avisar a moça e aos demais vizinhos que estava sendo filmado um videoclipe nas redondezas. Wilder-Taylor ainda contou que lhe ofereceram 200 dólares para que filmassem dentro de sua casa. A proposta foi negada e a apresentadora não fez questão de guardar segredo, já que diz “não estar nem aí para a banda”.

Paul Thomas Anderson é conhecido por ter dirigido filmes famosos como “Boogie Nights”, “Magnólia” e “Sangue Negro”. O americano também já dirigiu alguns clipes da cantora Fiona Apple.

O Radiohead se prepara para lançar seu novo álbum este ano e já está escalado para tocar em diversos festivais que irão acontecer no meio do ano.

Via Fact.

 

sábado

16

abril 2016

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Chico Buarque e a internet (mais um capítulo)

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fb_chicobuarque_hoax

Levou dez anos, mas consegui: desmascarei Chico Buarque como uma fraude. Não, pera, é melhor não brincar com esse assunto. Piadas estão literalmente sendo levadas a sério e as coisas podem se confundir.

Produzi e dirigi dois documentários sobre Chico Buarque, “Desconstrução” (2006) e “Dia Voa” (2011). Paralelo as filmagens do segundo, realizei também um projeto online, Chico Bastidores, que revelava aos poucos os detalhes do disco “Chico” que viria a seguir, assim como os bastidores da gravação.

Corta para 2016. Se o projeto de 2011 já havia gerado um meme, a partir do vídeo em que Chico Buarque faz graça sobre os comentários odiosos a sua pessoa que leu na internet (e como foi divertido ver o trecho ser ressignificado tantas vezes!), o filme de 2006, lançado numa época em que as redes sociais ainda engatinhavam, tinha passado batido.

Isso até o país entrar em parafuso através da polarização pró e contra impeachment da presidenta Dilma Roussef. A direita raivosa pegou um trecho do doc, claramente uma piada, e transformou em uma “prova” sobre a falta de honestidade artística do Chico (a imagem que abre esse post é de um dos muitos posts repercutindo a “descoberta”. Assista o trecho em questão abaixo:

Seria hilário se não fosse trágico. Precisou o site de humor Sensacionalista falar sério para esclarecer a mentira. Pior que a manipulação rasteira que visa gerar ruído através da desinformação, é ver a quantidade de gente que acreditou e compartilhou – sem questionar e, muito provavelmente, sem sequer assistir o trecho do filme. Foi triste de ver.

E assim, o que poderia ser apenas mais uma piada sem graça na internet, serve tanto como exemplo da qualidade e do tom das informações manipuladas e cercadas de interesses que tem circulado pela rede num momento tão delicado do país, quanto de testemunho de como é fácil conduzir o pensamento de uma quantidade enorme de pessoas, que forma sua opinião de maneira rasa, muitas vezes até por ingenuidade, sem nem se dar conta disso.

Independente do resultado domingo, lembre-se que quem “ganhar” essa disputa vai ter conseguido isso através de um acordão. Ninguém ali vota pelo país, vota por agenda. É difícil, mas política é assim (e impeachment é uma questão política, não de justiça). O país seguirá adiante e nós teremos, mais do que nunca (porque é sempre é assim), que fazer nossa parte, todo dia, pra fazer disso aqui um lugar melhor.

O caldo vai continuar fervendo em fogo alto pelas próximas semanas e é sempre bom lembrar: muito cuidado com o que você lê, onde você se informa e como você forma sua opinião. Nesse fogo cruzado de informações, todo cuidado é muito pouco.

sábado

16

abril 2016

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quinta-feira

14

abril 2016

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Sango, “Me dê Amor”

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O produtor americano Sango é um dos caras responsáveis por levar um pouco da cultura brasileira para a gringa. Tendo o funk como inspiração para fazer os seus beats, o jovem de Seattle cria remixes usando as batidas do estilo como base, complementando com suaves melodias.

Desde 2014, Sango já lançou três compilações inspiradas no ritmo carioca. Trata-se de “Da Rocinha“, “Da Rocinha 2” e “Da Rocinha 3“. No segundo volume da série, fez um remix de um clássico da Gaiola das Popozudas.

quarta-feira

13

abril 2016

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