URBe | por Bruno Natal

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Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.

terça-feira

4

junho 2013

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O Maraca era nosso (vantagens e desvantagens)

Pronto, o Maracanã foi inaugurado. É um belíssimo novo estádio, mas esqueça tudo que você viu e viveu antes: o Maraca acabou.

Passei o jogo tentando absorver as mudanças, sem nem prestar tanta atenção a Brasil x Inglaterra, perdido em lembranças de ângulos, vistas, das arquibancadas tremendo, da festa da torcidas, do ronco grave da torcida ecoando no concreto.

Mudou e não tem volta. Houve sim uma padronização, para o bem e para o mal. Melhorou-se muitas coisas, porém perdeu-se muitas características que faziam do Maraca o nosso Maraca.

O Maraca era nosso. Começou outra época no ex-Maior do Mundo, a única opção é construir outras histórias, outras memórias, comemorar novos títulos.

Vantagens:

– O campo muito mais perto

– Dá pra ver o jogo muito bem de qualquer lugar do estádio

– A iluminação do campo

– Os telões gigantes

– O sistema de som, alto e claro

– Os banheiros

– As confortáveis cadeiras

– Os corredores e túneis de entrada e saída melhoraram a circulação

Desvantagens:

– Sem o anel suspenso e o formato elíptico, o Maracanã encolheu e perdeu a imponência. O projeto poderia ter respeitado mais algumas das características originais para evitar isso.

O campo está MUITO menor (e não, por mais que digam, não deve voltar ao gigantismo das medida máximas anterior, parece impossível)

– No novo formato de arena, onde ficarão as torcidas? As faixas, bandeiras, instrumentos, etc?

– Acústica: a nova cobertura abafou o som, os gritos não ecoam como antes (mesmo considerando que era jogo do Brasil, em que ninguém torce)

– A iluminação da arquibancada, acesa o tempo todo, tira a atenção do campo (isso é ajustável)

– A qualidade geral dos acabamentos está muito ruim. Lembre-se: a obra custou 1 bilhão e 200 milhões de reais

Problema de organização:

– A escada adaptada para acessar a passarela do metrô, bem perigoso

– Funcionários da organização usando os megafones pra fazer piada e zoar, em vez de informar

– Esquema de segurança falho: a “dura” era inexistente, detectores de metais apitando por toda parte e os seguranças nem aí. Dava pra chegar sem um ingresso até a roleta.

E você, o que achou?

terça-feira

4

junho 2013

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4

junho 2013

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Marcelo D2, "Fella" (part. Shock [Start], Batoré [ConeCrewDiretoria] & Akira Presidente)

Quatro discos dedicados as misturas com o samba depois – sem o mesmo sucesso da primeira incursão, “A Procura da Batida Perfeita” – D2 volta ao rap, “puro” e simples, de sua estreia solo aos 30 anos, “Eu Tiro É Onda” (e sua clássica “Batucada”, o ensaio da mescla que marcaria sua carreira).

Em “Nada Pode Me Parar”, D2 abre as portas para nova geração. Em “Fella” recebe integrantes da banda do filho Stephan, Start, do ConeCrewDiretoria e Akira Presidente, apresentando nomes para seu público como fez quando organizou a coletânea “Hip Hop Rio”.

15 anos se passaram e retornamos ao início. Não por acaso, o disco iria se chamar “Tudo de Novo” (impossível não lembrar no “Nadadenovo” do Mombojó). Começa a segunda volta.

segunda-feira

3

junho 2013

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Trailer: "Free Samples"

É um daqueles filmes que você acha ruim até a hora que acaba. Depois você percebe que gostou.

sexta-feira

31

maio 2013

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