URBe | por Bruno Natal

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Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.

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junho 2013

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Ruspo, "Esses Patifes" (2013)

Alguma coisa nesse Ruspo é muito boa, outra é muito ruim. O dilema se abate. O instrumental é interessante, diferente, só que o vocal – sempre o vocal, a grande fragilidade da música independente brasileira – não acompanha.

Não sei o que acontece com as bandas daqui que os vocais sempre entram muito mais à frente de todo o resto no mix, com efeitos estranhos e, de maneira geral, mal cantados. Incomoda quando é dito, mas essa é a verdade para 98% das bandas brasileiras, canta-se muito mal, mesmo o que esteticamente não exige muita técnica.

Voltando ao disco, que tem uma música com o sensacional título “Chatuba do Agroboy” (“máquina agrícola detona igual animal”), dá vontade de ouvir uma versão só com as bases.

Segundo o autor, um jornalista que gravou o disco durante suas viagens, o som é tropical lo-fi.

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Conheça: Catacumba

Hoje começa uma parceria da Oi FM com OEsquema.

Na série “Conheça”, duas vezes por semana um dos blogs que fazem parte do OEsquema vai apresentar artistas e projetos que merecem atenção na rede da Oi FM e também sendo replicados aqui.

Na estreia apresento o Catacumba, que você já ouviu por aqui.

Nome:
Catacumba

Quem:
Luciano Oliveira

Ouça:

O que é:
Uma das metades do The Twelves, com João Miguel, Luciano conquistou o mundo com o remix de “I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You”, do Black Kids. O sucesso impulsionou outro remixes oficiais e não-oficiais da dupla de hits de nomes como Daft Punk, Two Door Cinema Club, Groove Armada, Fever Ray, M.I.A. e muitos outros, rendendo convite para mixar uma compilação para o selo francês Kitsuné, tocar na instituição inglesa BBC Radio 1 e no festival californiano Coachella.

Por enquanto, há apenas uma música, “Urubu”, lançada na coletênea Hy Brazil Vol 3. Dá pra perceber as influências de trilhas de compositores italianos do anos 60 e 70, como Ennio Morricone e Goblin, via um filtro tarantinesco, em que essas referências são atualizadas sem deixarem de ser escancaradamente o que são: reinterpretações.

Ouça mais novidades no aplicativo da Oi FM.

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O Maraca era nosso (vantagens e desvantagens)

Pronto, o Maracanã foi inaugurado. É um belíssimo novo estádio, mas esqueça tudo que você viu e viveu antes: o Maraca acabou.

Passei o jogo tentando absorver as mudanças, sem nem prestar tanta atenção a Brasil x Inglaterra, perdido em lembranças de ângulos, vistas, das arquibancadas tremendo, da festa da torcidas, do ronco grave da torcida ecoando no concreto.

Mudou e não tem volta. Houve sim uma padronização, para o bem e para o mal. Melhorou-se muitas coisas, porém perdeu-se muitas características que faziam do Maraca o nosso Maraca.

O Maraca era nosso. Começou outra época no ex-Maior do Mundo, a única opção é construir outras histórias, outras memórias, comemorar novos títulos.

Vantagens:

– O campo muito mais perto

– Dá pra ver o jogo muito bem de qualquer lugar do estádio

– A iluminação do campo

– Os telões gigantes

– O sistema de som, alto e claro

– Os banheiros

– As confortáveis cadeiras

– Os corredores e túneis de entrada e saída melhoraram a circulação

Desvantagens:

– Sem o anel suspenso e o formato elíptico, o Maracanã encolheu e perdeu a imponência. O projeto poderia ter respeitado mais algumas das características originais para evitar isso.

O campo está MUITO menor (e não, por mais que digam, não deve voltar ao gigantismo das medida máximas anterior, parece impossível)

– No novo formato de arena, onde ficarão as torcidas? As faixas, bandeiras, instrumentos, etc?

– Acústica: a nova cobertura abafou o som, os gritos não ecoam como antes (mesmo considerando que era jogo do Brasil, em que ninguém torce)

– A iluminação da arquibancada, acesa o tempo todo, tira a atenção do campo (isso é ajustável)

– A qualidade geral dos acabamentos está muito ruim. Lembre-se: a obra custou 1 bilhão e 200 milhões de reais

Problema de organização:

– A escada adaptada para acessar a passarela do metrô, bem perigoso

– Funcionários da organização usando os megafones pra fazer piada e zoar, em vez de informar

– Esquema de segurança falho: a “dura” era inexistente, detectores de metais apitando por toda parte e os seguranças nem aí. Dava pra chegar sem um ingresso até a roleta.

E você, o que achou?

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Marcelo D2, "Fella" (part. Shock [Start], Batoré [ConeCrewDiretoria] & Akira Presidente)

Quatro discos dedicados as misturas com o samba depois – sem o mesmo sucesso da primeira incursão, “A Procura da Batida Perfeita” – D2 volta ao rap, “puro” e simples, de sua estreia solo aos 30 anos, “Eu Tiro É Onda” (e sua clássica “Batucada”, o ensaio da mescla que marcaria sua carreira).

Em “Nada Pode Me Parar”, D2 abre as portas para nova geração. Em “Fella” recebe integrantes da banda do filho Stephan, Start, do ConeCrewDiretoria e Akira Presidente, apresentando nomes para seu público como fez quando organizou a coletânea “Hip Hop Rio”.

15 anos se passaram e retornamos ao início. Não por acaso, o disco iria se chamar “Tudo de Novo” (impossível não lembrar no “Nadadenovo” do Mombojó). Começa a segunda volta.