Digital Archive

sexta-feira

20

maio 2016

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As mudanças do Instagram

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instagramlogo

As mudanças no feed do Instagram (exibindo os posts filtrados por algoritmos em vez de cronologicamente) são pra promover a monetização. E vai funcionar lindamente, porque ninguém ali é bobo. Lembre-se, foram comprados pelo Facebook, que já fez diversas modificações no mesmo sentido, todas recebidas com desprezo pelos usuários mais ativos e, mesmo assim, bem sucedidas financeiramente. E tem mais mudanças nesse sentido, como finalmente oferecer aos usuários dados analíticos sobre seus seguidores e contas.

Um exemplo claro está relacionado a celebridades/blogueiras e etc. Esses usuários comumente fazem posts patrocinados (pagos por algum anunciante) e o Instagram não ganha uma parcela disso. Com o novo feed, pra um post pago aparecer para os seguidores, o autor vai ter que… pagar pelo anúncio para o Instagram, de certa maneira dividindo os lucros. O mesmo vale para marcas que usam o canal para realizar vendas.

Eventualmente, alguns usuários podem até abandonar o Instagram e migrar para outras redes, mais legal e livre. Serão minoria. É um risco calculado, o Instagram sabe que uma galera abandona. E se a tal nova rede bombar, adivinha? Eles vão lá e compram de novo.

A verdade é que, no fim das contas, mesmo tendo que pagar, possivelmente os usuários terão resultados melhores nesse novo modelo, possivelmente.

O Instagram custou milhões para ser desenvolvido e outros mais para ser mantido. Tem gente ganhando dinheiro na plataforma. Eles vão precisar lucrar de alguma forma, afinal, são uma empresa. Ou eles cobram os usuários ou cobram de quem faz dinheiro ali dentro. Escolheram a segunda opção, claro.

Há outros artigos falando que com essas mudanças, diminuem a importância das contas bombásticas de milhões de seguidores. A estratégia para se divulgar uma mensagem mais efetiva será disseminá-la em diversas redes com menos de 10k seguidores, pois esses posts vão aparecer bem mais, por proporcionalmente gerarem mais vizualizações e likes do que os posts de quem tem milhões de seguidores.

segunda-feira

18

abril 2016

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Vem aí o acesso grátis a internet (e não se deve comemorar)

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Netflix-onboard-wifi

Provedores e operadoras restringem o acesso a banda larga dos usuários para “combater” o uso do WhatsApp e Netflix (Vivo e GVT já começaram). A prática, tbm conhecida como traffic shaping, faz o acesso a algumas das principais plataformas digitais cair.

Para contra atacar, as principais empresas online do planeta oferecem acesso “gratuito” a internet (Facebook já faz isso em diversos países, Netflix oferece wifi exclusiva em alguns aeroportos dos EUA, Amazon.com idem), para que seus usuários continuem utilizando seu serviços sem restrições. O acesso a rede torna-se gratuito. “Viva! Finalmente!”.

Viva? Não há almoço grátis. As teles e cabos tentam recuar e, sendo tarde demais, acabam quebrando, pois agora o povo gostou do acesso grátis, mesmo com limitações (olha o traffic shaping aí de novo) e não quer mais pagar pelo serviço.

O acesso a internet é gratuito, mas agora tem dono. Se você acha que essas empresas já se impõe demais na rede, imagina quando puderem de fato escolherem quais sites você pode ou não acessar. Está achando muito não poder postar mamilos? Piora.

(Isso é apenas um ensaio sobre um cenário possível)

terça-feira

5

abril 2016

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Acesso gratuito a Facebook e Wikipedia cria rede de pirataria na Angola

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Angola Facebook Wikipedia pirataria URBe

O Facebook e a Wikipedia se tornaram pivôs de um novo capítulo sobre o combate à pirataria no mundo. Acessíveis gratuitamente na Angola, ambos os sites se tornaram ferramentas para compartilhamento de arquivos de filmes, músicas e jogos entre os usuários.

O projeto do Facebook que busca levar internet grátis para alguns países, faz com que qualquer pessoa, até mesmo quem não possui um plano de dados, consiga acessar a rede social sem bloqueios. O mesmo acontece com a Wikipedia, fornecida pela Wikimedia em um acordo parecido.

A polêmica acaba acontecendo pois um grande número de angolanos estão usando se beneficiando do serviço para promover a troca de arquivos, enviando todo tipo de arquivo para artigos da Wikipedia e trocando informações em fóruns do Facebook.

A rede social de Mark Zuckerberg, que atualmente concentra o grande fluxo de informações na internet, foi criticada pelo projeto pois fere o conceito de neutralidade da rede, que busca deixar o usuário com livre acesso para diferentes setores da navegação. Já a Wikimedia, que está hospedando os arquivos, está de mãos atadas, já que não pode restringir o acesso integral da Angola ao site.

Via Gizmodo.

quinta-feira

17

março 2016

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Entenda como a música funciona com o “Chrome Music Lab”

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chrome music lab URBe

Visando o Mês da Música nas Escolas, o Google, em parceria com músicos e programadores, criou uma nova ferramenta para o seu navegador intitulada “Chrome Music Lab”.

Partindo do princípio de que “a internet é uma tecnologia aberta a todos”, a ideia é fazer do aprendizado musical algo mais acessível. A ferramenta se baseia em uma série de experimentos que envolvem diferentes áreas da música, como ritmos, acordes, melodias, harmonias, etc. As experiências permitem que qualquer pessoa, em qualquer faixa-etária, explore a forma que a música é feita.

Teste o “Chrome Music Lab” aqui.

quinta-feira

11

fevereiro 2016

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Fanzine Mosh volta à ativa após sucesso na década de 80

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Fanzine Mosh URBe

Conhecida pelos fãs de hardcore e heavy metal, a revista Fanzine Mosh está retornando às atividades. A ideia do zine começou nos anos 80 quando quatro amigos, adolescentes entre 13 e 16 anos, sentiram necessidade de ter mais informações sobre seus músicos preferidos. Em busca de entrevistas, matérias e resenhas, os jovens usavam cartas e telefonemas para se comunicarem com seus ídolos.

O Fanzine Mosh chega a sua décima edição e lança a primeira versão digital da revista. O grupo se apoia no diferencial de sua equipe, que conta com artistas e pessoas de nome no meio música que assinam resenhas, colunas e matérias.

“Pensar hoje em editar uma revista vai na contra mão de todo um mercado que foi dizimado pela internet. Quem trabalha ou trabalhou sabe, com a entrada da internet os mercados fonográficos, audiovisual e gráfico foram desconstruídos. E sabendo desta nova realidade é que nos adaptamos e entendemos que o mercado mesmo canibalizado pode se ainda ter produtos que sejam sustentáveis e com excelente conteúdo. Iremos dar um passo significativo em matéria de qualidade do site com resenhas e matérias de qualidade e entrevistas em diversos formatos. Assim como o site a revista digital e a física, sempre serão disponibilizadas de uma forma gratuita para todos os leitores.”, conta o editor da Mosh.