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quinta-feira

1

junho 2017

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“Sgt. Pepper’s”: clássico dos Beatles completa 50 anos

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Mais uma da colaboradora Milena Coppi:

Hoje, 1º de junho, o oitavo disco dos Beatles, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, completa 50 anos.

Eleito um dos melhores álbuns da história, o clássico do quarteto de Liverpool continua relevante, não só musicalmente, mas também por seu alcance. Mesmo após cinco décadas, a obra continua a ser a mais ouvida da discografia do grupo, principalmente depois que o catálogo dos Beatles entrou nas plataformas de streaming.

Entre os países que mais escutam o álbum estão: Estados Unidos, Reino Unido e México. Em quarto lugar está — quem diria? — o Brasil. Outra curiosidade é que Londres, onde o disco foi gravado, não é a capital que mais escuta o “Sgt. Pepper’s”. A primeira colocação ficou com a Cidade do México.

Os dados foram coletados pela equipe do Spotify, que também destacou que 50,1% de todos os ouvintes do álbum no serviço de streaming tem menos de 40 anos. Homens (61%) também escutam o álbum mais do que as mulheres (39%).

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quarta-feira

31

maio 2017

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Snoop Dogg lança novo álbum, “Neva left”

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A colaboradora Milena Coppi fala sobre o novo disco do Snoop:

15º álbum de sua carreira de Snoop Dogg, “Neva left” tem 16 faixas e conta com colaborações dos caras do BADBUTNOTGOOD e do DJ e produtor KAYTRANADA. O rapper também reuniu uma galera das antigas para somar — K. Camp, Wiz Khalifa, KRS-One, Too $hort, Charlie Wilson, Redman e Method.

“O que eu queria fazer nesse álbum — e essa foi uma jogada bem espontânea — era criar algo que sintetize tudo que aconteceu na minha carreira durante esses 25 anos”, disse Snoop na festa de lançamento do álbum. “Senti que deveria fazer músicas que representem a geração do hip-hop que fiz parte. Queria dizer às pessoas que estou aqui e continuarei fazendo o que sempre fiz.”

De fato, o cara buscou retomar suas raízes, e só pelos samples usados no disco dá para notar: desde “C.R.E.A.M” do Wu-Tang Clan, até “Check The Rhime” do A Tribe Called Quest.

sexta-feira

26

maio 2017

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Brasil e Portugal se encontram em “Língua franca”, álbum com Rael, Emicida, Capicua e Valete

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“Língua franca” saiu nessa sexta-feira (26) nas plataformas digitais e já concorre, ao lado de lançamentos como “Galanga Livre”, de Rincon Sapiência, e “Espiral de Ilusão”, de Criolo, como um dos álbuns nacionais mais importantes do ano.

Isso porque, em uma reunião pouco comum, nomes importantes do rap brasileiro (Rael e Emicida) se encontram com parceiros de Portugal (Capicua e Valete). O resultado é uma interseção entre os dramas daqui, e de lá. Ah, e claro, os sotaques.

 

segunda-feira

22

maio 2017

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Netflix e hip-hop além do universo de “The get down”

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Mais uma colaboração da Milena Coppi:

“The get down” chegou à Neflix em agosto do ano passado com a responsabilidade de contar a história do hip-hop americano desde sua fundação, quando o gênero ainda dava seus primeiros passos nas periferias de Bronx, em Nova York.

Para além da série criada pelo aclamado Baz Luhrmann — responsável por mega produções, como “O grande Gatsby” (2013), “Moulin Rouge” (2001) e “Romeu + Julieta” (1996) —, e produzida por ninguém menos do que o rapper Nas, há uma penca de programas sobre o gênero no serviço de streaming.

A primeira e definitiva série documental para assistir na sequência é “Hip-hop evolution” (2016). Com apenas uma temporada, você dificilmente terminará os quatro episódios sem querer assistir mais. Isso, porque a narrativa, guiada pelo rapper queniano Shad Kabango, mostra os caras que estão no movimento desde o começo, chegando até os rappers contemporâneos. Espere por ícones da cultura negra como Afrika Bambaataa, Grandmaster Flash e até o NWA.

Outro programa essencial para entender melhor a cultura hip-hop é o documentário “Fresh dressed”(2015), cuja abordagem é focada em explicar como a moda é influenciada pelo movimento desde os anos 1970 até hoje. O longa ainda reúne entrevistas com Nas, Kanye West, Sean Combs e Pharrell Williams.

O catálogo da Netflix ainda reúne os documentários “The Art of Organized Noize” (2016) — que aborda a ascensão e o sucesso do Organized Noize, grupo de produtores de Atlanta, EUA, formado por Rico Wade, Ray Murray e Sleepy Brown —, “Stretch and Bobbito: Radio That Changed Lives” (2015), “Sample This” (2012) e “Biggie and Tupac” (2002).

 

sexta-feira

19

maio 2017

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DEP: Chris Cornell

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Mais uma colaboração da Milena Coppi:

O que restou do rock após a morte de Chris Cornell

O rock já viveu dias melhores.

Chris Cornell nos deixou nesta quinta-feira, (18), aos 52 anos, após cometer suicídio por enforcamento. Em seu último show com o Soundgarden em Detroit, horas antes de ser encontrado morto no banheiro do quarto do hotel, o músico incluiu trechos da letra de “In My Time of Dying”, do Led Zeppelin, no meio da canção “Slaves and Bulldozers”. Ou seja, a última interpretação de Cornell em vida falava, em uma infeliz coincidência, sobre a morte.

Com a passagem do cantor, famoso pelo talento como compositor e por sua bela voz, restaram poucos sobreviventes da “cena grunge” surgida em Seattle no fim dos anos 1980.

O cenário contemporâneo do rock, por sua vez, também não é animador. Já foi o tempo dos Strokes, do Arctic Monkeys e The Killers. O gênero carece de novos representantes, de novas vozes, e abre espaço para outros movimentos ganharem forma. No lugar dos artistas cabeludos e questionadores dos anos 1980 e 1990, estão os rappers (Kendrick, Drake, Future, J. Cole, Nicki Minaj… a lista é interminável) e as divas pop. Essa é a cena que movimenta e coloca o dedo na ferida atualmente.

A internet, que não perde nenhuma sacada (até porque, museu de memes já é uma realidade), ao saber da morte de Cornell colocou o vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, no trending topics do Twitter. O motivo? Ele é o um dos poucos — para não dizer o único — líderes de grupos que surgiram nessa época que ainda permanecem vivos.

Basta fazer as contas: Cornell, do Soundgarden, Kurt Cobain, do Nirvana, Layne Staley, do Alice in chains, Andrew Wood, da Mother Love Bone — todos se foram. Agora, Vedder é oficialmente o único representante de destaque do último movimento relevante do rock.

Ainda que os dias gloriosos do gênero tenham ficado no passado (mas a gente torce para que se renove!), toda a discografia dos grandes gênios do rock estão disponíveis ao alcance dos dedos nos serviços de streaming, para serem ouvidos à exaustão. Eventualmente, até rolam shows (tem grupo que volta praticamente todo ano, como Metallica). Ou seja: não é um caso perdido, mas o sinal de alerta já foi acionado.

Em homenagem a Cornell, selecionei alguns dos hinos obrigatórios da carreira do cantor que, além de fundar o Soundgarden, fez parte do supergrupo Audioslave, ao lado dos caras do Rage Against the Machine, e do Temple of the dog, banda tributo à Andrew Wood, com os caras do Pearl Jam.

 

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